16 de abr. de 2014
Calendário ABRIL e AVISO
AVISO : Devido a greve dos policias, os treinos em salvador serão cancelados.
Vamos torcer para que a greve acabe e possamos voltar a treinar logo!
29 de jan. de 2014
7 de jan. de 2014
2 de dez. de 2013
Praticantes de Parkour arrecadam água para projeto social
A ação, além de ajudar às comunidades do semi-árido baiano, promove reflexões sobre as responsabilidades e o papel que cada um tem sobre os problemas da sociedade
![]() |
| foto: gustavo ivo |
No
treino geral do último sábado, dia 30 de novembro, sob forte sol tracers de vários cantos da cidade se reuniram
para fazer um treino um pouco diferente: arrecadar galões e garrafas d’água. A
ação visa contribuir com a “Operação Gota d’água”, projeto idealizado pelo professor
Luís Alberto Ferreira: “O projeto Gota D’ Água é um trabalho de cunho
social. Não possui
afiliação política, nem ideologia religiosa. Não somos uma ONG. Assim,somos pessoa física. Arrecadamos água mineral, em garrafas, para ajudar nossos conterrâneos do semiárido
baiano.”
![]() |
| foto: gustavo ivo |
O Parkour se baseia nos
princípios de altruísmo, ou seja, em desenvolver ações que gerem resultados positivos para outras
pessoas. A ação foi uma boa oportunidade de repensar essa ideia e de fazer algo
de benéfico para as comunidades que precisam.
Durante a arrecadação
também aconteceu uma prenda: quem não trouxe água teve que pagar 100 abdominais
remador. A ideia é também mostrar que o “ser forte para
ser útil” vai além do preparo físico.
No ano de
2013 a Bahia teve a pior seca dos últimos 80 anos, em setembro 273 municípios
estavam em situação de emergência.
Sobre o projeto:
http://
https://www.facebook.com/
por Gustavo Ivo
26 de nov. de 2013
Sentidos - Nova série de vídeos sobre parkour
Saiu o primeiro vídeo da série "Sentidos" - projeto audiovisual que propõe reflexões sobre os significados do parkour com praticantes daqui de salvador. (:
Experiências, ideias, dificuldades...Ah, sem delongas, vai lá ver!
O que você sente?
---------------------------------------
- Quer participar do próximo?
Mande um e-mail para "gustavoivo.parkour@gmail.com" com um breve relato sobre você, sua história no parkour e quais os significados que o parkour tem para você.
Assista aqui
" No final de outubro completei sete anos que conheci o Parkour, não acredito que pratico o Parkour a todo esse tempo, pois, como costumo "classificar", tive algumas fases, ou melhor, jeitos de enxergar o Parkour.
Logo de início o Parkour era apenas uma atividade física, mas tudo não passava de uma época, de uma modinha que estava levando várias pessoas para o Parkour e eu era mais um na multidão. Preocupado em fazer "as manobras", tentando aperfeiçoá-las para deixar mais bonitas e assim ganhar views em algum vídeo louco no youtube.
Depois de um tempo fui percebendo que tudo aquilo que eu tava fazendo não tinha muito sentido e o Parkour de verdade tinha algo a mais, algo que me acompanharia por mais tempo. Assisti o documentário projeto pilgrimage e assim comecei a entender um pouco mais o parkour. Já não treinava para parecer bonito ou para me amostrar, mas agora eu tinha um foco no controle do meu corpo. Não me preocupava com adrenalina, ou com coisas aparentemente difíceis , queria apenas ter o controle do meu corpo. Isso guiou meus treinos por muito tempo. Apesar de conhecer as frases "bases" do Parkour: -"ser forte para ser útil" e "ser e durar", não aplicava isso na minha vida e odiava fazer treinos físicos e não os considerava parte do Parkour.
Depois de começar a treinar com o Duddu, o Edi, o Pop e mais alguns comecei a valorizar o "ser forte". De início, talvez, não por entender a fundo a necessidade disso para o Parkour, mas porque era necessário para que eu não fosse humilhado (rsrsrs) o tempo todo sendo chamado de fraco e por não finalizar os desafios idiotas e imbecis propostos pelos mesmos. Depois, passei a ter gosto por condicionamentos físicos, comecei a perceber que eu poderia ser mais útil e ter uma técnica e um controle muito mais desenvolvido se eu os misturasse com a força adquirida nos condicionamentos físicos.
Um treino de condicionamento físico é tão Parkour quanto um treino de técnicas, essa é a conclusão que cheguei após ler o livro de David Belle. Hoje a "fase" que me encontro do Parkour não se resume em ser forte para ser útil, pois acredito muito ainda no "ter controle do corpo e dominar as técnicas", mas se tivesse que expressar a minha ideia de Parkour em uma frase, com certeza seria essa. O Parkour simplesmente envolveu minha vida em todos os aspectos e as filosofias envolvidas têm guiado a forma como penso e como me comporto diante da sociedade. "
Depoimento - Bruno Reis
Experiências, ideias, dificuldades...Ah, sem delongas, vai lá ver!
O que você sente?
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- Quer participar do próximo?
Mande um e-mail para "gustavoivo.parkour@gmail.com" com um breve relato sobre você, sua história no parkour e quais os significados que o parkour tem para você.
Assista aqui
" No final de outubro completei sete anos que conheci o Parkour, não acredito que pratico o Parkour a todo esse tempo, pois, como costumo "classificar", tive algumas fases, ou melhor, jeitos de enxergar o Parkour.
Logo de início o Parkour era apenas uma atividade física, mas tudo não passava de uma época, de uma modinha que estava levando várias pessoas para o Parkour e eu era mais um na multidão. Preocupado em fazer "as manobras", tentando aperfeiçoá-las para deixar mais bonitas e assim ganhar views em algum vídeo louco no youtube.
Depois de um tempo fui percebendo que tudo aquilo que eu tava fazendo não tinha muito sentido e o Parkour de verdade tinha algo a mais, algo que me acompanharia por mais tempo. Assisti o documentário projeto pilgrimage e assim comecei a entender um pouco mais o parkour. Já não treinava para parecer bonito ou para me amostrar, mas agora eu tinha um foco no controle do meu corpo. Não me preocupava com adrenalina, ou com coisas aparentemente difíceis , queria apenas ter o controle do meu corpo. Isso guiou meus treinos por muito tempo. Apesar de conhecer as frases "bases" do Parkour: -"ser forte para ser útil" e "ser e durar", não aplicava isso na minha vida e odiava fazer treinos físicos e não os considerava parte do Parkour.
Depois de começar a treinar com o Duddu, o Edi, o Pop e mais alguns comecei a valorizar o "ser forte". De início, talvez, não por entender a fundo a necessidade disso para o Parkour, mas porque era necessário para que eu não fosse humilhado (rsrsrs) o tempo todo sendo chamado de fraco e por não finalizar os desafios idiotas e imbecis propostos pelos mesmos. Depois, passei a ter gosto por condicionamentos físicos, comecei a perceber que eu poderia ser mais útil e ter uma técnica e um controle muito mais desenvolvido se eu os misturasse com a força adquirida nos condicionamentos físicos.
Um treino de condicionamento físico é tão Parkour quanto um treino de técnicas, essa é a conclusão que cheguei após ler o livro de David Belle. Hoje a "fase" que me encontro do Parkour não se resume em ser forte para ser útil, pois acredito muito ainda no "ter controle do corpo e dominar as técnicas", mas se tivesse que expressar a minha ideia de Parkour em uma frase, com certeza seria essa. O Parkour simplesmente envolveu minha vida em todos os aspectos e as filosofias envolvidas têm guiado a forma como penso e como me comporto diante da sociedade. "
Depoimento - Bruno Reis
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